Sociedades prósperas como a americana ou a europeia, debatem-se com um problema interessante e para o qual eu proponho uma reflexão...
O facto destas sociedades terem prosperado deu-lhes muitas vantagens e proporcionou-lhes como é óbvio muitos luxos a que outras não se podem dar. Dou como exemplo a sociedade americana que após a II Guerra Mundial viveu um grande crescimento económico. Deste modo, pode-se dar ao luxo de fazer algumas revoluções culturais, como a luta pelos direitos civis, o movimento feminista, ou o "movimento" sex drugs and rock'n roll, entre outras. É óbvio que em sociedades em países de 3º mundo ou em vias de desenvolvimento isto não se passou porque as preocupações eram obviamente outras.
Estes factos levaram a um paradoxo engraçado na política, mais concretamente entre esquerda e direita. Os ideais de esquerda como se sabe não defendem o capitalismo, mas foi este e o bem-estar conseguido através deles que se pode chegar a algumas revoluções culturais defendidas pelos ideais de esquerda. Por outro lado a direita, mais conservadora e defensora do capitalismo que pode levar a mais desigualdades sociais, não gosta do que essa prosperidade permitiu (direitos dos homossexuais, imigração, crescimento de culturas marginais e/ou urbanas, etc).
É nesta encruzilhada que se vive hoje: Os defensores da direita defendem o capitalismo, mas não gostam dos frutos que deu; os defensores da esquerda adoram os frutos do capitalismo mas querem alterar a árvore da qual esses frutos crescem.
Será possível sair daqui?
Será o centro a única opção?
O facto destas sociedades terem prosperado deu-lhes muitas vantagens e proporcionou-lhes como é óbvio muitos luxos a que outras não se podem dar. Dou como exemplo a sociedade americana que após a II Guerra Mundial viveu um grande crescimento económico. Deste modo, pode-se dar ao luxo de fazer algumas revoluções culturais, como a luta pelos direitos civis, o movimento feminista, ou o "movimento" sex drugs and rock'n roll, entre outras. É óbvio que em sociedades em países de 3º mundo ou em vias de desenvolvimento isto não se passou porque as preocupações eram obviamente outras.
Estes factos levaram a um paradoxo engraçado na política, mais concretamente entre esquerda e direita. Os ideais de esquerda como se sabe não defendem o capitalismo, mas foi este e o bem-estar conseguido através deles que se pode chegar a algumas revoluções culturais defendidas pelos ideais de esquerda. Por outro lado a direita, mais conservadora e defensora do capitalismo que pode levar a mais desigualdades sociais, não gosta do que essa prosperidade permitiu (direitos dos homossexuais, imigração, crescimento de culturas marginais e/ou urbanas, etc).
É nesta encruzilhada que se vive hoje: Os defensores da direita defendem o capitalismo, mas não gostam dos frutos que deu; os defensores da esquerda adoram os frutos do capitalismo mas querem alterar a árvore da qual esses frutos crescem.
Será possível sair daqui?
Será o centro a única opção?
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