Passado meio mandato do executivo de Sócrates e eis que aí está mais uma greve geral de trabalhadores.
Passados que estão mais de dois anos de governação PS, começam a aparecer sinais de um aumento do descontentamento em relação ao governo. Desde a eleição com maioria absoluta do PS nas últimas eleições legislativas que os portugueses não sentiam tanta frustração com este governo rosa. O PS tem vindo a descer paulatinamente nas sondagens e a imagem do Primeiro Ministro tem vindo a degradar-se nos últimos meses. Mas será que os portugueses deveriam esperar melhor por parte de Sócrates e seus lacaios, afinal, sempre lhes deram uma maioria absoluta para tentarem pôr o país no sítio, ou não?
Esta é uma pergunta à qual não é fácil responder. De qualquer maneira, era esperado que com uma tão grande confiança por parte do eleitorado o PS fosse capaz de fazer melhor. Sócrates chegou a chefe do executivo com uma imagem forte de responsabilidade, seriedade, capacidade de decisão e acima de tudo com uma imagem honesta depois de ter sido Ministro no tempo de Guterres e de ter ganho as directas no seio do PS.
Após mais de dois anos de poder, a imagem de Sócrates na rua vai sendo alterada. Se já muitos consideram os políticos como pouco honestos e acima de tudo que estes só estão na política para favorecimento pessoal, mais passaram a ficar com esta opinião após estes dois anos e qualquer coisa. Na verdade, poucas foram as grandes promessas do PS e de Sócrates que foram cumpridas. É triste ver um governo supostamente socialista deixar chegar os indicadores sociais até onde estão. O desemprego continua a crescer (onde estão os novos 150.000 postos de trabalho?); o poder de compra a diminuir; e por incrível que pareça já vai existindo muita fome escondida, que pode não se verificar muito em Lisboa mas que no interior ao que o governo não liga e que um ministro considera o Deserto do Sahara vai alastrando silenciosamente.
Para finalizar, a estratégia de governar contra tudo e contra todos não é a mais correcta. Se Guterres optava demasiado pelo "Diálogo" e seguia para onde a maré o levasse (e levou-o ao pântano, segundo o próprio), Sócrates lidera o barco sem ouvir nada nem ninguém, o mesmo que dizer que não olha para os indicadores que tem à vista, pode levar-nos para algo pior que o pântano.
Espero que a greve de amanhã seja muito concorrida para ver se o sr. Primeiro Ministro percebe o rumo que está a tomar.
Passados que estão mais de dois anos de governação PS, começam a aparecer sinais de um aumento do descontentamento em relação ao governo. Desde a eleição com maioria absoluta do PS nas últimas eleições legislativas que os portugueses não sentiam tanta frustração com este governo rosa. O PS tem vindo a descer paulatinamente nas sondagens e a imagem do Primeiro Ministro tem vindo a degradar-se nos últimos meses. Mas será que os portugueses deveriam esperar melhor por parte de Sócrates e seus lacaios, afinal, sempre lhes deram uma maioria absoluta para tentarem pôr o país no sítio, ou não?
Esta é uma pergunta à qual não é fácil responder. De qualquer maneira, era esperado que com uma tão grande confiança por parte do eleitorado o PS fosse capaz de fazer melhor. Sócrates chegou a chefe do executivo com uma imagem forte de responsabilidade, seriedade, capacidade de decisão e acima de tudo com uma imagem honesta depois de ter sido Ministro no tempo de Guterres e de ter ganho as directas no seio do PS.
Após mais de dois anos de poder, a imagem de Sócrates na rua vai sendo alterada. Se já muitos consideram os políticos como pouco honestos e acima de tudo que estes só estão na política para favorecimento pessoal, mais passaram a ficar com esta opinião após estes dois anos e qualquer coisa. Na verdade, poucas foram as grandes promessas do PS e de Sócrates que foram cumpridas. É triste ver um governo supostamente socialista deixar chegar os indicadores sociais até onde estão. O desemprego continua a crescer (onde estão os novos 150.000 postos de trabalho?); o poder de compra a diminuir; e por incrível que pareça já vai existindo muita fome escondida, que pode não se verificar muito em Lisboa mas que no interior ao que o governo não liga e que um ministro considera o Deserto do Sahara vai alastrando silenciosamente.
Para finalizar, a estratégia de governar contra tudo e contra todos não é a mais correcta. Se Guterres optava demasiado pelo "Diálogo" e seguia para onde a maré o levasse (e levou-o ao pântano, segundo o próprio), Sócrates lidera o barco sem ouvir nada nem ninguém, o mesmo que dizer que não olha para os indicadores que tem à vista, pode levar-nos para algo pior que o pântano.
Espero que a greve de amanhã seja muito concorrida para ver se o sr. Primeiro Ministro percebe o rumo que está a tomar.
Sem comentários:
Enviar um comentário